Uso incorreto de equipamentos eleva risco de lesões sobre motos

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A integridade física dos motociclistas nas vias brasileiras está diretamente condicionada ao uso correto dos equipamentos de proteção individual, cuja utilização negligente anula a eficácia dos dispositivos de segurança. Um levantamento técnico sobre sinistros de trânsito aponta que fatores como o capacete mal ajustado, a ausência de luvas de proteção e o uso de roupas inadequadas ampliam exponencialmente a gravidade e a extensão das lesões sofridas pelos condutores em quedas e colisões.

Especialistas em segurança viária alertam que o capacete, principal item de segurança obrigatório por lei, perde sua capacidade de absorção de impactos estruturais se a fivela jugular estiver frouxa ou se o tamanho for incompatível com a cabeça do usuário, permitindo que o casco se solte antes do choque contra o solo.

Os danos corporais decorrentes da falta de vestuário apropriado atingem principalmente as extremidades do corpo, sendo as mãos as primeiras partes a tocar o pavimento em uma queda instintiva. O não uso de luvas de couro ou com proteções rígidas resulta em escoriações profundas, queimaduras por atrito e fraturas complexas nos dedos, lesões que poderiam ser mitigadas por tecidos de alta resistência mecânica. A

dicionalmente, o hábito de trafegar utilizando calçados abertos, bermudas ou tecidos finos expõe os membros inferiores a traumas severos e ao calor extremo do escapamento da moto.

A conscientização dos motociclistas sobre a necessidade de adotar jaquetas com proteções nos ombros e cotovelos e calças reforçadas é considerada urgente pelos órgãos de saúde e trânsito para reduzir os índices de internações hospitalares e sequelas permanentes decorrentes de acidentes com veículos de duas rodas.

Fonte: Terra

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