Com a intensificação das chuvas no período conhecido como “águas de março”, capitais como Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Recife, Fortaleza e Belo Horizonte registram temporais recorrentes que aumentam o risco de alagamentos urbanos e danos estruturais em veículos.
Segundo informações publicadas pela Agência Brasil, a travessia por áreas inundadas pode causar prejuízos que vão além da pintura e nem sempre aparecem de imediato.
A água das enchentes costuma carregar esgoto, barro, resíduos urbanos e agentes contaminantes. De acordo com o especialista em estética automotiva Alex Teixeira, da Vonixx, o maior risco está na infiltração no interior do veículo.
Principais impactos
- Interior (habitáculo): entrada de água pode atingir estofados, carpetes e forrações, favorecendo mofo, fungos, bactérias e odores persistentes.
- Componentes eletrônicos: módulos instalados sob bancos ou no assoalho podem ser comprometidos.
- Parte inferior: chassi, caixas de roda e protetor de cárter ficam expostos à lama, que pode reter umidade e acelerar a oxidação.
- Desgaste estrutural: acúmulo de resíduos pode reduzir a durabilidade de peças metálicas e plásticas.
Especialistas recomendam inspeção e limpeza imediata após qualquer exposição a enchentes, sobretudo neste período de maior volume de chuvas.
As chamadas “águas de março”, tradicionalmente associadas ao fim do verão no Brasil, costumam concentrar temporais intensos em regiões metropolitanas, ampliando não apenas os transtornos no trânsito, mas também o risco de prejuízos mecânicos e estruturais.
Fonte: Agência Brasil.



