Saiba quais são os carros mais vendidos dos países que disputam a Copa do Mundo de 2026

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A diversidade da Copa do Mundo de 2026, disputada em Estados Unidos, Canadá e México, vai muito além dos gramados. Um levantamento sobre os mercados automotivos dos 48 países classificados para o torneio mostra como os hábitos de consumo variam ao redor do planeta, revelando desde a preferência por picapes robustas até o domínio de compactos urbanos e veículos eletrificados.

No Canadá, um dos países-sede da competição, a preferência continua sendo pelos veículos de grande porte. A líder de vendas em 2025 foi a linha Ford F-Series, composta pelas versões F-150 e Super Duty, que somaram 137.480 unidades comercializadas ao longo do ano.

Já na Bósnia e Herzegovina, o destaque ficou com o Skoda Octavia. O sedã registrou 1.062 unidades vendidas em 2025, consolidando uma hegemonia impressionante: foi a 13ª vez que o modelo liderou o mercado local nos últimos 14 anos.

No Catar, a força da Toyota segue inabalável. O SUV Toyota Land Cruiser encerrou o ano como o carro mais vendido do país, alcançando 8.685 unidades comercializadas, resultado que reforça a preferência regional por utilitários esportivos de grande porte.

O Egito tem como líder um velho conhecido dos brasileiros. O Nissan Sunny, versão local do antigo Versa de primeira geração, fechou 2025 com cerca de 13.900 unidades vendidas, mantendo sua popularidade entre os consumidores egípcios.

O mercado do Irã chama atenção por suas particularidades. O modelo mais vendido do país foi o IKCO Peugeot 207, produzido pela fabricante nacional Iran Khodro. Apesar do nome, o veículo é uma evolução do Peugeot 206, lançado originalmente em 1998 e comercializado no Brasil entre 2006 e 2014.

Na Nova Zelândia, a preferência também recai sobre veículos maiores. O SUV Toyota RAV4 liderou o ranking local, ultrapassando a marca de 10 mil unidades vendidas em 2025.

Entre os países do Grupo H da Copa, a Espanha teve como campeão de vendas o Dacia Sandero, que registrou 32.994 unidades comercializadas. O segundo colocado foi o Renault Clio, com 19.705 emplacamentos, evidenciando a força do grupo Renault no mercado espanhol.

No Uruguai, a liderança ficou com um modelo bastante familiar aos brasileiros. A Fiat Strada, produzida no Brasil, encerrou 2025 com 5.649 unidades vendidas, seguida pelo Chevrolet Onix, também fabricado em território brasileiro, com 3.418 unidades.

Apesar da fama dos carros de luxo associados aos sheiks, a Arábia Saudita teve como veículo mais vendido o sedã Toyota Camry. O modelo alcançou 48.452 unidades comercializadas, liderando com folga o mercado saudita.

Em Cabo Verde, não há estatísticas recentes detalhadas sobre vendas de modelos específicos. Entretanto, o país tem avançado em políticas voltadas à eletrificação da frota. O governo cabo-verdiano estabeleceu a meta de que 50% dos veículos em circulação sejam elétricos, ampliando a participação desse segmento no mercado local.

Já entre os integrantes do Grupo I, a França manteve a preferência pelo Renault Clio, que vendeu 100.101 unidades em 2025, superando o rival Peugeot 208 e consolidando sua liderança no país.

A Noruega, referência mundial na adoção de veículos elétricos, registrou um dado expressivo: 96% dos automóveis vendidos em 2025 eram elétricos. O destaque ficou para o Tesla Model Y, responsável por 27.621 unidades comercializadas.

Na Croácia, o Skoda Octavia voltou a aparecer como líder de mercado. O modelo alcançou 3.885 unidades vendidas, superando concorrentes como o Volkswagen T-Cross.

Por fim, em Gana e no Panamá, a preferência foi a mesma. A picape Toyota Hilux liderou os dois mercados. Em Gana, o modelo recuperou a liderança com cerca de 500 unidades vendidas, enquanto no Panamá foram registrados 3.177 emplacamentos ao longo do ano.

Apesar das diferenças culturais, econômicas e geográficas entre os países classificados para o Mundial, os dados mostram que fatores como confiabilidade, custo-benefício, eficiência e adequação às necessidades locais continuam sendo determinantes na escolha dos consumidores.

Fonte: Terra Mobilidade

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