Os automóveis totalmente elétricos fabricados por marcas chinesas consolidaram seu avanço e roubaram a cena no mercado automotivo brasileiro ao longo do mês de abril de 2026. De acordo com um levantamento estatístico detalhado elaborado pelo Mundo do Automóvel para PCD, os modelos orientais expandiram significativamente suas fatias de participação no segmento de hatches compactos e subcompactos no Brasil, compensando a retração geral sofrida pela categoria, que encolheu de 64.472 emplacamentos em março para um total de 59.415 unidades registradas em abril.
O principal expoente dessa transformação mercadológica é o BYD Dolphin Mini, que comercializou 6.880 unidades no fechamento de abril, garantindo a quarta colocação no ranking geral do segmento, mesmo enfrentando uma sutil redução comparado aos 7.052 veículos comercializados em março.
O fenômeno de crescimento mais expressivo do período foi registrado pelo modelo estreante Geely EX2, cuja performance comercial praticamente triplicou ao saltar de 1.157 emplacamentos em março para expressivas 3.602 unidades em abril. Na mesma esteira de expansão, a versão tradicional do BYD Dolphin também demonstrou forte evolução, elevando suas vendas de 1.850 licenciamentos em março para 3.022 registros em abril.
Apesar do avanço chinês, o topo da tabela geral permaneceu sob o domínio de modelos consolidados a combustão e flex, com o Volkswagen Polo na liderança absoluta ao registrar 8.367 unidades vendidas, seguido de perto pelo Fiat Argo, com 7.991 registros, e pelo Chevrolet Onix, que somou 7.847 automóveis.
Logo atrás dos principais elétricos chineses posicionou-se o Hyundai HB20, com 6.764 unidades, acompanhado pelos modelos de entrada Renault Kwid (6.451) e Fiat Mobi (5.361). O ranking de vendas da categoria em abril de 2026 completou-se com o Citroën C3 (1.227), Honda City Hatch (826), Peugeot 208 (467), GWM Ora 03 (365), MG MG4 (143) e o Renault E-Kwid (14).
Fonte: Terra





