Colisões contra postes avançam 12% no primeiro trimestre

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Um levantamento estatístico detalhado realizado por concessionárias de distribuição de energia elétrica e órgãos de engenharia de tráfego revelou que o número de colisões de veículos contra postes avançou 12% no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período macroeconômico anterior.

O crescimento desse tipo específico de sinistro viário acendeu o sinal de alerta para as autoridades de segurança pública e mobilidade urbana no Brasil, uma vez que o impacto de um automóvel contra as estruturas de sustentação de concreto gera pesados prejuízos materiais que extrapolam a destruição do bem privado, provocando a interrupção abrupta do fornecimento de eletricidade, o bloqueio total de faixas de rolamento por cabos partidos e riscos iminentes de eletrocussão para as vítimas e pedestres nas proximidades.

A análise técnica dos dados consolidados em maio de 2026 aponta que a combinação entre o excesso de velocidade nas vias expressas urbanas, a distração cognitiva gerada pelo uso do smartphone ao volante e a fadiga do condutor durante as jornadas noturnas figuram como os principais fatores de multiplicação para a ocorrência dessas colisões de alta gravidade cinemática. Engenheiros viários destacam que a rigidez estrutural de um poste absorve pouca energia do impacto, transferindo a desaceleração de forma violenta para o habitáculo do carro, o que eleva a taxa de lesões corporais graves e mortes na ponta dos prontos-socorros.

Sob a ótica da legislação e do direito civil, o motorista causador do sinistro é legalmente obrigado a indenizar a concessionária local pelos custos de substituição da estrutura e dos transformadores avariados, valores administrativos que variam de R$ 4.000 a mais de R$ 40.000 a depender da complexidade técnica e da voltagem da rede aérea afetada.

Para conter o avanço desse indicador negativo, comitês de trânsito defendem a instalação de defensores metálicos maleáveis (guard-rails) e barreiras de absorção de impacto nos pontos críticos e curvas acentuadas de corredores de grande volume de tráfego, além do avanço dos projetos municipais de aterramento das redes de distribuição interna em bairros de alta densidade civil.

As distribuidoras de energia buscam intensificar o monitoramento de frotas e cooperar com os Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) na divulgação de campanhas institucionais integradas focadas na direção defensiva e nos protocolos corretos de segurança em caso de acidentes com fiação energizada, onde a orientação técnica compulsória dita que os ocupantes permaneçam no interior do veículo até o desligamento remoto da rede para evitar o fechamento de curto-circuito com o solo.

Fonte: Electric News

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