Flush de motor: procedimento comum pode trazer riscos

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O chamado flush de motor, prática utilizada em oficinas para remover resíduos internos do sistema de lubrificação, continua gerando dúvidas entre motoristas e profissionais. Apesar de popular, o procedimento não é recomendado pelas montadoras, especialmente por envolver riscos quando realizado sem critérios técnicos adequados.

O método consiste na aplicação de um produto químico dentro do motor com o objetivo de eliminar borras e depósitos formados, geralmente, por falta de manutenção adequada ou uso de óleo incorreto. Em veículos com alta quilometragem, a prática costuma ser ainda mais procurada, mas exige cautela redobrada.

Especialistas alertam que o principal risco está justamente na remoção dessas impurezas. Durante o processo, partículas podem se soltar e atingir as galerias de óleo, provocando entupimentos. Esse tipo de falha pode comprometer a lubrificação interna e causar danos graves ao motor, elevando significativamente o custo de reparo.

Diante disso, a recomendação mais segura continua sendo a manutenção preventiva, com troca de óleo dentro dos prazos indicados e uso do lubrificante correto. Essa prática evita o acúmulo de resíduos e dispensa a necessidade de intervenções mais agressivas.

Caso o procedimento seja considerado necessário, especialistas reforçam que ele deve ser realizado por um profissional qualificado e com extremo cuidado. Ainda assim, o alerta permanece: o flush não substitui uma manutenção adequada e pode, se mal executado, gerar mais prejuízos do que benefícios.

Fonte: Portal automotivo

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