O mercado automotivo brasileiro vive um momento histórico em 2026. Pela primeira vez, modelos elétricos chegaram ao patamar de preço abaixo de R$ 100 mil, rompendo uma das maiores barreiras para o consumidor. A combinação de maior concorrência entre montadoras chinesas e europeias, além da nacionalização de componentes, abriu espaço para veículos mais acessíveis e voltados ao uso urbano.

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Entre os destaques estão três modelos que simbolizam essa virada:
Renault Kwid E-Tech
O compacto urbano se tornou o carro elétrico mais barato do Brasil, posicionado abaixo da marca dos R$ 100 mil. Com autonomia de 180 km, atende bem quem percorre trajetos curtos e previsíveis, oferecendo baixo custo operacional e recarga simplificada.
BYD Dolphin Mini
Embora tenha perdido o posto de elétrico mais barato, continua como uma das opções mais completas da categoria. Com autonomia de 250 km, bom espaço interno e acabamento superior, é indicado para quem busca equilíbrio entre preço, tecnologia e versatilidade.
Geely EX2 Pro
Entrando de forma agressiva no mercado brasileiro, o modelo se destaca pela maior autonomia entre os elétricos acessíveis: quase 290 km. Custando apenas R$ 1.000 a mais que o Dolphin Mini, é a escolha ideal para quem deseja menos recargas semanais e maior alcance.
Além dos preços mais baixos, os elétricos oferecem custo por quilômetro rodado muito inferior ao dos carros a combustão. Enquanto um veículo flex consome cerca de R$ 0,55 por km, um elétrico gira em torno de R$ 0,11. Incentivos fiscais, como isenção ou desconto no IPVA em alguns estados, reforçam a atratividade.
O carro elétrico deixou de ser luxo e passou a ser realidade para o grande público. Ainda assim, quem tem orçamento limitado entre R$ 25 mil e R$ 40 mil encontra boas alternativas em modelos usados a combustão, como Honda Fit e Toyota Etios, enquanto o mercado elétrico segue em expansão e amadurecimento.
Com informações do Garagem 360.




