Por Emerson Pereira – Foto Divulgação PMSP
As primeiras semanas de 2026 já são marcadas por reajustes nas tarifas do transporte coletivo em importantes capitais brasileiras. Os aumentos, anunciados por diferentes prefeituras, variam tanto no valor nominal quanto no impacto percentual para o passageiro. A seguir, os reajustes organizados de forma crescente, considerando o acréscimo em reais e o respectivo percentual.
Em São Paulo, a tarifa do ônibus passou de R$ 5,00 para R$ 5,30, um aumento nominal de R$ 0,30, o que representa 6% de reajuste. Percentualmente semelhante, o Rio de Janeiro também elevou a tarifa em R$ 0,30, saindo de R$ 4,70 para R$ 5,00, com impacto aproximado de 6,38% no bolso do usuário.
Na sequência aparece Belo Horizonte, onde a passagem subiu de R$ 5,75 para R$ 6,25. O acréscimo de R$ 0,50 corresponde a um reajuste de cerca de 8,7%, acima da média observada nas capitais do eixo Rio–São Paulo.
Em Florianópolis, o aumento foi ainda mais expressivo em termos nominais. A tarifa passou de R$ 6,90 para R$ 7,70, uma alta de R$ 0,80, equivalente a aproximadamente 11,6%.
O maior reajuste entre as capitais listadas ocorreu em Fortaleza. A passagem saltou de R$ 4,50 para R$ 5,40, um acréscimo de R$ 0,90, que representa um aumento de 20%, o mais elevado tanto em valor absoluto quanto em percentual.

O movimento de reajustes reacende o debate nacional sobre o financiamento do transporte público e o impacto direto das tarifas no orçamento das famílias. Em Salvador, a expectativa também é de aumento. O prefeito já confirmou que a capital baiana terá reajuste na tarifa de ônibus em 2026, porém o novo valor ainda não foi oficialmente anunciado. Nos bastidores, circularam rumores de que a passagem poderia chegar a R$ 5,80, mas até o momento não houve qualquer comunicado oficial por parte da Prefeitura ou da Secretaria de Mobilidade.



