Chevrolet Captiva EV: SUV elétrico racional para o mercado brasileiro

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O nome Captiva retorna ao Brasil em 2026, mas em uma nova proposta. Agora, o modelo é um SUV médio elétrico, fruto da joint-venture Saic-GM-Wuling na China, importado para enfrentar diretamente rivais chineses que vêm ganhando espaço no país.

Foto: Divulgação.

Com preço de tabela de R$ 219.990 e valor promocional de R$ 199.990 na troca de usado, o Captiva EV se posiciona de forma competitiva, abaixo do Equinox EV (R$ 350 mil) e próximo de SUVs médios elétricos como BYD Yuan Plus, Geely EX5 e Leapmotor C10.

O modelo tem autonomia declarada de 304 km pelo Inmetro, bateria de 60 kWh e motor elétrico dianteiro de 201 cv e 31,6 kgfm de torque. A aceleração de 0 a 100 km/h acontece em 9,9 segundos, desempenho considerado racional frente aos concorrentes, que em geral são mais rápidos.

No design, o Captiva EV traz linhas suaves e faróis de LED afilados, mas mantém uma estética genérica que pouco remete à identidade da Chevrolet. O interior segue a fórmula chinesa, com duas telas — painel de 8,8” e multimídia de 15,6” —, acabamento sensível ao toque e boa lista de equipamentos, incluindo seis airbags, teto solar panorâmico, câmeras 360° e pacote de assistências Chevrolet Intelligent Driving.

Com 4,74 metros de comprimento e entre-eixos de 2,80 m, o SUV oferece espaço interno generoso, bancos traseiros reclináveis e porta-malas de 403 litros. Apesar disso, fica atrás de rivais diretos em capacidade de bagagem e em recursos de conforto mais sofisticados.

O Captiva EV aposta em ser uma escolha racional: preço competitivo, espaço interno e bom pacote de equipamentos. Não entrega desempenho esportivo nem autonomia superior, mas se posiciona como alternativa prática para quem busca o primeiro carro elétrico familiar.

Com informações do Autoesporte.

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