A modernização dos veículos vendidos no Brasil trouxe equipamentos que se tornaram símbolos de status e diferenciação entre versões intermediárias e topo de linha. Faróis de LED, rodas maiores, painéis digitais e sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS) são cada vez mais comuns, mas também elevam os custos de manutenção, seguro e reparos.

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Faróis de LED oferecem iluminação superior e maior durabilidade, mas em caso de avaria exigem a troca de todo o conjunto, o que encarece o reparo. Rodas grandes, geralmente acompanhadas de pneus de perfil baixo, aumentam a vulnerabilidade a buracos e tornam a reposição mais cara.
Painéis digitais trazem sofisticação e múltiplas funções, mas qualquer falha eletrônica pode comprometer diversas funcionalidades ao mesmo tempo, exigindo peças originais e mão de obra especializada. Já os sistemas ADAS, que incluem recursos como frenagem autônoma e controle de cruzeiro adaptativo, dependem de sensores e câmeras sensíveis. Colisões leves podem gerar reparos de alto custo e dificultar o uso de componentes paralelos.
Esses itens tornam os carros mais atraentes e seguros, mas também elevam o custo de propriedade. Para quem busca equilíbrio entre tecnologia e manutenção acessível, versões intermediárias podem representar a escolha mais racional.
Com informações do Autoesporte.



