O Chevrolet Classic, que deixou de ser produzido em 2016, completa uma década fora das linhas de montagem mantendo status de referência entre os sedãs populares no Brasil. Lançado originalmente em 1995 como Corsa Sedan e rebatizado em 2002, o modelo conquistou espaço pela robustez mecânica, manutenção barata e peças abundantes, características que o tornaram uma escolha racional para diferentes gerações de motoristas.

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Mesmo após o fim da produção em São José dos Campos (SP), o Classic não se tornou apenas uma lembrança. Em 2026, continua presente em ruas e garagens, valorizado no mercado de usados por seu baixo custo de manutenção e consumo controlado. Os preços de unidades 2016 variam entre R$ 33 mil e R$ 38 mil, podendo chegar a R$ 43 mil em exemplares raros e bem conservados. Modelos mais antigos, como os de 2006, giram em torno de R$ 15 mil.
Na despedida, o Classic oferecia motor 1.0 VHCE Flex de até 78 cv, câmbio manual de cinco marchas e itens básicos como ar-condicionado, direção hidráulica, ABS e airbags duplos. O porta-malas de 390 litros e a simplicidade do conjunto reforçaram sua popularidade entre frotistas e motoristas de aplicativo.
Ao longo de sua trajetória, o sedã acumulou mais de 1,5 milhão de unidades produzidas no Brasil e disputou espaço com rivais como Fiat Siena, Ford Ka Sedan e Renault Logan, todos também fora de produção.
Dez anos após o fim industrial, o Classic permanece como símbolo de praticidade e confiabilidade. Mais do que nostalgia, sua permanência no mercado de usados reflete lógica econômica: um carro simples, previsível e acessível, que continua sendo visto como o verdadeiro “sedã do povo”.
Com informações do News Motor.




