O início de 2026 trouxe um cenário de maior rigor na fiscalização de trânsito em todo o Brasil. Embora os valores-base das multas sigam os parâmetros do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), novas regras e a política de “tolerância zero” para determinadas infrações estão pesando no bolso dos motoristas e aumentando o risco de suspensão da CNH.

Foto: iStock.
Valores de referência
- Infração leve: R$ 88,38 — 3 pontos na CNH
- Infração média: R$ 130,16 — 4 pontos na CNH
- Infração grave: R$ 195,23 — 5 pontos na CNH
- Infração gravíssima: R$ 293,47 — 7 pontos na CNH
Vale lembrar que infrações gravíssimas podem ter fatores multiplicadores, elevando o valor final para cifras próximas de R$ 3.000 em casos extremos.
As cinco infrações mais autuadas em 2026
- Excesso de velocidade
Continua liderando o ranking. Ultrapassar o limite em mais de 50% gera multa de R$ 880,41 (gravíssima com multiplicador 3x) e suspensão do direito de dirigir. - Uso de celular ao volante
Com tolerância zero, a infração passou a ser tratada com a mesma gravidade de dirigir alcoolizado. A multa continua em R$ 293,47 e 7 pontos, mas a fiscalização foi intensificada. - Uso indevido da buzina
Desde 3 de janeiro, buzinar fora das situações previstas em lei, especialmente em áreas sensíveis como hospitais e escolas, gera multa de R$ 88,38 e 3 pontos. - Estacionamento irregular e invasão de faixa exclusiva
Infrações comuns nas grandes cidades, seguem como alvo prioritário para garantir fluidez do transporte coletivo e reduzir congestionamentos. - Ciclomotores e “cinquentinhas”
Desde 1º de janeiro, é obrigatório o registro no Renavam e o emplacamento. Circular sem placa ou em calçadas e ciclovias resulta em multa gravíssima de R$ 293,47 e 7 pontos.
Condução consciente como defesa
Com a fiscalização reforçada e maior uso de tecnologia, 2026 exige atenção redobrada dos motoristas. Respeitar os limites e adotar práticas seguras não apenas evita prejuízos financeiros, mas também contribui para a preservação de vidas no trânsito.
Com informações do News Motor.



