O BYD King GS, híbrido plug-in lançado por R$ 175.990, foi colocado à prova em uma viagem de mais de 1.300 km e demonstrou que o temor de ficar sem bateria na estrada não passa de mito. O sedã médio conta com um sistema chamado SOC, que trava automaticamente a carga mínima em 25%, garantindo que o veículo nunca opere apenas com o motor a combustão.

Foto: Autoesporte.
Nos testes, o King alcançou consumo impressionante de 52,6 km/l em condições ideais, rodando em modo híbrido com prioridade para a bateria. Em situações mais adversas, como rodovias com velocidade constante e ar-condicionado ligado, o consumo caiu para 16,7 km/l, ainda dentro de padrões competitivos para sedãs médios.
A autonomia elétrica declarada pelo Inmetro é de 78 km, mas em uso urbano o modelo chegou a rodar até 146 km apenas com energia das baterias Blade de 18,3 kWh. No modo híbrido, a autonomia total foi de cerca de 900 km, abaixo dos mais de 1.000 km prometidos pela marca, mas suficiente para viagens longas sem comprometer o desempenho.
Entre os pontos positivos estão a variedade de modos de tração e a eficiência energética em uso urbano. Já entre os negativos, destaca-se a limitação na recarga: o King aceita apenas carregadores lentos de até 6,6 kW, o que torna o processo mais demorado e menos prático.
O teste confirma que o BYD King não perde desempenho quando a bateria se aproxima do limite e reforça a proposta dos híbridos plug-in como veículos versáteis, capazes de unir economia e autonomia em diferentes cenários de uso.
Com informações do Autoesporte.



