Chevrolet Omega: o sedã nacional que marcou época

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Lançado em 1992, o Chevrolet Omega foi o sucessor do Opala e rapidamente se consolidou como o carro nacional mais caro e sofisticado de sua época. Produzido em São Caetano do Sul (SP), o modelo chegou em versões GLS e CD, trazendo equipamentos inéditos para o mercado brasileiro, como piloto automático, freios ABS, computador de bordo e até painel digital em cristal líquido.

Foto: Divulgação.

O Omega CD se destacava pelo motor 3.0 importado da Alemanha, um seis cilindros em linha que entregava 165 cv e 23,4 kgfm de torque. Com câmbio manual de cinco marchas, o sedã acelerava de 0 a 100 km/h em 9,5 segundos e atingia 220 km/h em testes da imprensa, tornando-se o carro nacional mais rápido do Brasil naquele período.

Além da performance, o acabamento chamava atenção: bancos em veludo ou couro, portas forradas em tecido premium e teto solar opcional. O conforto era reforçado pelas dimensões avantajadas — 4,74 metros de comprimento e 2,73 metros de entre-eixos — que garantiam espaço interno digno de primeira classe.

Em 1993, a Chevrolet lançou a versão perua Suprema, com porta-malas de 540 litros e suspensão pneumática que mantinha o nivelamento da carroceria mesmo carregada. Mais tarde, vieram versões como a GL, voltada para frotistas, e motores atualizados, incluindo o 4.1/S herdado do Opala.

O Omega acumulou mais de 93 mil unidades produzidas até 1998, quando saiu de linha, mas deixou uma legião de fãs e conquistou o título de Carro do Ano pela revista Autoesporte em 1993. Hoje, exemplares preservados, como o raro CD 1993 encontrado à venda por R$ 145 mil, são verdadeiros ícones colecionáveis e testemunhos de uma era em que o sedã da Chevrolet simbolizava luxo e tecnologia no Brasil.

Com informações do Autoesporte.

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