A General Motors decidiu apostar em nomes históricos para impulsionar sua nova fase tecnológica. O Monza, ícone dos anos 1980 no Brasil, retorna em 2026 totalmente reformulado, produzido em larga escala na China e exportado para diferentes mercados com nomes variados — Monza, Cruze ou Cavalier, dependendo da região.

Foto: Divulgação.
O sedã ocupa o espaço deixado pelo Cruze, medindo 4,65 metros de comprimento e 1,79 metro de largura, com porta-malas de 405 litros. O design é moderno e aerodinâmico, com faróis afilados em LED e grade frontal alinhada à nova identidade visual da Chevrolet.
O grande destaque está na motorização. Na China, o Monza utiliza um motor 1.3 turbo híbrido leve (MHEV), que entrega 163 cv e pode alcançar consumo urbano de até 21 km/l, número surpreendente para um sedã médio. Já em mercados como o Oriente Médio, o modelo é oferecido com motor 1.5 aspirado de 113 cv, priorizando durabilidade em condições severas.
A estratégia da GM é aproveitar a força de nomes consagrados em cada país. No México, o carro é vendido como Cavalier; no Catar e em outros mercados, como Cruze. Essa flexibilidade permite que a marca mantenha a mesma base mecânica e estrutura global, adaptando apenas o nome para reforçar o apelo local.
Apesar da nostalgia que o nome Monza desperta nos brasileiros, o retorno do modelo ao país é improvável. A GM concentra seus esforços em compactos de alto volume, como Onix e Tracker, e na transição para elétricos premium, como Blazer EV e Equinox EV.
O novo Monza simboliza a evolução da indústria automotiva: um carro que nos anos 1980 representava status e hoje ressurge com eficiência energética impressionante. Ainda que não venha ao Brasil, mostra como a GM busca unir tradição e inovação para enfrentar a concorrência global.
Com informações do Garagem 360.



