CNH 2026: carro automático e particular liberados, mas com regras

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O processo para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) mudou em 2026 e trouxe mais liberdade ao candidato. Agora é possível realizar o exame prático com carros automáticos, híbridos ou elétricos, além de utilizar veículo próprio ou do instrutor autônomo credenciado. A carga mínima de aulas práticas também foi reduzida de 20 para apenas 2 horas obrigatórias.

Foto: Gerada por IA.

Apesar da flexibilização, há exigências importantes. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) determina que qualquer veículo usado para instrução deve estar identificado com a faixa amarela “AUTO-ESCOLA”. Mesmo carros particulares precisam ostentar essa sinalização durante treinos e provas. O descumprimento gera multa de R$ 195,23 e retenção do veículo.

Para atender à regra, o mercado oferece duas opções: kits de adesivos fixos, com custo médio de R$ 200, e faixas magnéticas removíveis, que custam cerca de R$ 1.000.

Outra mudança polêmica foi o fim da obrigatoriedade do duplo comando nos veículos particulares. O instrutor passa a atuar apenas na orientação, sem controle físico dos pedais. Quanto à idade do carro, autoescolas tradicionais devem respeitar o limite de 12 anos de fabricação, mas para veículos particulares não há restrição federal rígida, desde que atendam às normas de segurança.

Na prática, o novo modelo pode representar economia para quem já tem noção de direção e possui carro automático seminovo. Porém, os custos de sinalização e a responsabilidade de manter o veículo em condições ideais podem tornar o processo tão caro quanto o tradicional. A escolha depende do perfil do candidato e da estrutura disponível.

Com informações do Garagem 360.

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