Um levantamento recente mostrou que o preço da gasolina na região varia de centavos a valores próximos aos praticados na Europa. Em 2026, a diferença entre os extremos chega a quase 60 vezes, refletindo políticas públicas, subsídios e dependência externa.

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Na ponta mais barata, a Venezuela mantém o litro a cerca de US$ 0,035, sustentada por forte controle estatal e subsídios históricos. Já o Uruguai aparece como o mais caro, com preço médio de US$ 2,009 por litro, pressionado por impostos elevados, custos logísticos e dependência de importação.
A média regional é de US$ 1,28 por litro. O Brasil, grande produtor e com capacidade de refino, pratica US$ 1,167, abaixo da média, mas ainda distante dos países com combustíveis fortemente subsidiados. Em janeiro, a Petrobras anunciou a primeira redução no preço da gasolina em 2026, movimento relevante para o mercado interno.
Entre os países intermediários, México (US$ 1,439), Chile (US$ 1,373) e Peru (US$ 1,203) refletem políticas fiscais e cambiais próprias. Já Equador (US$ 0,706) e Bolívia (US$ 1,008) se beneficiam de subsídios e produção local.
Ranking de preços da gasolina em 2026 (US$/litro)
- Venezuela – 0,035
- Equador – 0,706
- Paraguai – 0,898
- Brasil – 1,167
- Chile – 1,373
- México – 1,439
- Belize – 1,722
- Barbados – 1,927
- Uruguai – 2,009
O contraste mostra como a formação do preço final depende de fatores como capacidade de refino, política tributária e infraestrutura de distribuição. Para 2026, países que ampliam estoques e refinarias tendem a reduzir a volatilidade, enquanto economias dependentes de importação seguem expostas a choques externos e variações cambiais.
Com informações do News Motor.



