A eletrificação dos automóveis no Brasil deixou de ser promessa e passou a integrar de forma definitiva a estratégia das montadoras. Impulsionado por normas mais rígidas de emissões, avanços tecnológicos e pela busca do consumidor por economia de combustível, o mercado de híbridos entra em uma nova fase.

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Especialistas apontam que 2026 será um marco para o setor, com lançamentos capazes de transformar a relação dos motoristas com os postos de gasolina. Os novos modelos combinam motores a combustão modernos com sistemas elétricos inteligentes, reduzindo consumo e emissões sem comprometer desempenho.
Os seis lançamentos confirmados ou esperados
- Omoda 4
Previsto para o último trimestre de 2026, o SUV compacto chega para disputar espaço com modelos como o Jeep Compass. Com preços estimados em R$ 150 mil, deve trazer sistema híbrido pleno aliado a motor 1.0 turbo. - Geely EX5 EM-i
Produzido em São José dos Pinhais (PR), o modelo estreia em março de 2026. A configuração esperada combina motor 1.5 aspirado e propulsor elétrico, entregando 259 cv de potência. Há possibilidade de versão flex. - BYD Seal EM-i
Voltado para eficiência energética, o sedã promete autonomia de até 2.000 km no ciclo chinês CLTC. O conjunto inclui motor 1.5 aspirado e elétrico de 161 cv, com consumo médio estimado em 26 km/l. - Picape híbrida BYD Song Pro
Inspirada no Song Pro, a picape plug-in chega para rivalizar com a Fiat Toro. O diferencial está na tração integral elétrica com dois motores e suspensão traseira independente. - Jeep Compass e Commander
Ambos receberão o sistema Bio-Hybrid e-DCT de 48V, que reduz consumo e emissões. A motorização T270, somada a um motor elétrico de 29 cv, pode ultrapassar os 200 cv de potência. - Jeep Avenger
Produzido em Porto Real (RJ), será o híbrido de entrada da marca. Com sistema leve de 12V, semelhante ao do Fiat Pulse, busca reduzir consumo urbano sem elevar o preço final.
Um novo cenário para o consumidor
Com a chegada desses modelos, o motorista brasileiro terá alternativas reais para economizar combustível e reduzir emissões, mantendo a praticidade do motor a combustão. A eletrificação deixa de ser privilégio e se consolida como solução viável e adaptada à realidade nacional.
Com informações do News Motor.



